— Conteúdo 11 seções
  1. 01 O código de indicação da Phoenix “TFJA22W2” ainda está ativo?
  2. 02 O que você ganha com o código de indicação da Phoenix “TFJA22W2”
  3. 03 Passo a passo do cadastro na Phoenix com o código de indicação
  4. 04 O que fazer após se conectar à Phoenix
  5. 05 O código de indicação da Phoenix não pode ser adicionado após o cadastro
  6. 06 O Phoenix por dentro: livro de ofertas totalmente on-chain na Solana, operado do Panamá
  7. 07 O tamanho do Phoenix no mercado de perpétuos: 33º em volume, 17º em receita de taxas
  8. 08 Os países que os termos de uso do Phoenix deixam de fora — e a cláusula que amplia essa lista
  9. 09 O Phoenix visto do Brasil: fora da lista de restrição e sem autorização brasileira
  10. 10 Os riscos próprios do Phoenix: perpétuos sem auditoria publicada, chave única de atualização e ADL
  11. 11 O saldo da verificação: código ativo, acesso ainda por convite e perpétuos sem auditoria publicada

O código de indicação exclusivo da chainhelm para a Phoenix é .

Em 2026-08-08, conectamos na prática uma nova carteira e confirmamos que o código de indicação é aplicado.

Aplique o código ao conectar a carteira para receber um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez. Recomendamos deixar isso resolvido na hora.

Neste artigo, explicamos o passo a passo do cadastro (conexão da carteira) com o código de indicação da Phoenix, além das características da Phoenix, da disponibilidade no Brasil e dos riscos a considerar — com a conexão e a aplicação do código verificadas na prática pela equipe editorial da chainhelm.

O código de indicação da Phoenix “TFJA22W2” ainda está ativo?

A equipe editorial da chainhelm conectou-se à Phoenix com uma nova carteira em 2026-08-08 e confirmou que o código de indicação “TFJA22W2” ainda está ativo.

Esta é a tela real capturada durante a verificação.

— Figura 1
Opções de entrada no Phoenix
2026-08-08
Opções de entrada no Phoenix
A janela de entrada traz "Connect new wallet" no alto da lista de opções, com o indicador de três etapas marcado em "Sign In". Fonte: Editorial da chainhelm

A chainhelm verifica continuamente a validade do código e confirma que ele permanece utilizável.

O código e o link são o mesmo objeto visto de dois lados. TFJA22W2 é a sequência que identifica a indicação, e https://phoenix.trade/?code=TFJA22W2 é a forma operacional dela: o endereço que leva essa sequência para dentro do cadastro. Aqui está a diferença que mais confunde quem vem de corretora centralizada: no fluxo que percorremos em 2026-08-08, não apareceu nenhum campo para digitar o código de indicação. A atribuição é automática e acontece porque você entrou pelo link, não porque preencheu um formulário.

Isso tem uma consequência que incomoda. Na passagem que fizemos pelo fluxo, em 2026-08-08, o cadastro aberto pelo link terminou sem exibir confirmação nenhuma de que a indicação havia sido registrada: nenhum campo de código e nenhum indicativo de “indicado por” em qualquer uma das telas. Se você procurar esse aviso, não vai encontrá-lo. E a ausência dele não quer dizer que o código não pegou — o vínculo se forma no próprio cadastro e é permanente.

Antes de tudo isso existe ainda uma porta. Na leitura de 2026-08-06, o acesso à plataforma continuava limitado por convite, controlado na camada da aplicação e não no protocolo. Enquanto essa porta existir, o link de indicação funciona também como caminho de entrada — e vale separar as duas funções, porque elas coincidem no mesmo endereço sem serem a mesma coisa: uma abre a plataforma, a outra registra quem indicou.

O que você ganha com o código de indicação da Phoenix “TFJA22W2”

Aplique este código no momento da conexão para receber os seguintes benefícios na Phoenix:

Benefício
um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez
Validade
Sem validade
Elegibilidade
Novos usuários

Para receber os benefícios, é preciso aplicar o código no momento da conexão da carteira. Atenção para não esquecer essa etapa.

O ponto em que o desconto se prende é a conexão da carteira feita pelo link — e é por isso que a ordem em que você faz as coisas importa mais aqui do que costuma importar em outros lugares.

Passo a passo do cadastro na Phoenix com o código de indicação

Explicamos o processo de conexão separadamente para PC/navegador e para smartphone (celular).

Se você nunca usou uma exchange descentralizada, ajuste a expectativa antes de começar: não se cria conta com e-mail e senha, não se envia documento e não há verificação de identidade — você conecta uma carteira, e é isso.

Um detalhe prático que muda o roteiro: enquanto a plataforma estiver limitada por convite, como estava na leitura de 2026-08-06, o link de indicação é também o caminho de acesso. Não localizamos nenhum anúncio de abertura geral, então trate a porta como fechada até que ela deixe de estar.

Na hora de conectar, a tela oferece Phantom e Solflare. A conexão é intermediada pela Privy, que também aceita entrada por e-mail ou por outro provedor e cria uma carteira embarcada na hora — a rota que sobra para quem ainda não tem carteira Solana.

Passo a passo da conexão no PC/navegador

  1. Primeiro, abra a página oficial da Phoenix (o link já aplica o código de indicação). Ao abri-la, você verá uma tela como a mostrada abaixo.

2. Iniciar a entrada pela carteira

— Figura 2
Opções de entrada no Phoenix
2026-08-08
Opções de entrada no Phoenix
A janela de entrada traz "Connect new wallet" no alto da lista de opções, com o indicador de três etapas marcado em "Sign In". Fonte: Editorial da chainhelm

Na janela de entrada do Phoenix, clique em “Connect new wallet” para começar o cadastro pela sua carteira. Antes disso, confira no indicador acima das opções que você está na primeira das três etapas — “Sign In”, seguida de “Create account” e “Access Phoenix”.

3. Escolher a carteira a conectar

— Figura 3
Seleção da carteira
2026-08-08
Seleção da carteira
A janela "Select your wallet" lista "Phantom" e "Solflare" como carteiras disponíveis para vincular à conta Phoenix. Fonte: Editorial da chainhelm

Na janela “Select your wallet”, clique na carteira que você usa, “Phantom” ou “Solflare”, para vinculá-la à sua conta Phoenix. Feita a escolha, o site passa a aguardar a resposta da carteira.

4. Aguardar a resposta da carteira

— Figura 4
Espera pela carteira
2026-08-08
Espera pela carteira
A janela mostra "Waiting for Phantom" com o ícone da carteira em carregamento e o aviso para conectar uma carteira por vez. Fonte: Editorial da chainhelm

Com “Waiting for Phantom” no centro da janela, aguarde alguns instantes sem fechá-la: o pedido de conexão segue para a carteira e a janela de aprovação abre em seguida. O aviso logo abaixo recomenda manter apenas uma carteira conectada por vez.

5. Aprovar a conexão na carteira

— Figura 5
Aprovação da conexão
2026-08-08
Aprovação da conexão
A janela da carteira identifica phoenix.trade como o site que pede a conexão e traz "Cancel" e "Connect" na parte de baixo. Fonte: Editorial da chainhelm

Na janela da carteira, confira que o pedido de conexão vem de phoenix.trade e clique em “Connect” para autorizar o vínculo. O texto do pedido informa que a aprovação libera a leitura do saldo e da movimentação da conta selecionada; se algo não bater, clique em “Cancel”.

6. Passar para a assinatura

— Figura 6
Assinatura pendente
2026-08-08
Assinatura pendente
Com "Create account" ativo no indicador, a janela mostra "Sign message to continue" e o pedido de aprovar a assinatura na carteira. Fonte: Editorial da chainhelm

Quando o site exibir “Sign message to continue”, volte à carteira e aprove a solicitação de assinatura para concluir a entrada. O indicador de etapas já avançou para “Create account”, sinal de que a conexão da carteira foi aceita.

7. Assinar a mensagem para entrar

— Figura 7
Assinatura na carteira
2026-08-08
Assinatura na carteira
A tela "Sign Message" mostra o pedido de phoenix.trade na rede Solana, com "Cancel" e "Confirm" no rodapé. Fonte: Editorial da chainhelm

Na tela “Sign Message” da carteira, confira o pedido vindo de phoenix.trade e clique em “Confirm” para concluir a entrada. A assinatura serve apenas para comprovar que a conta selecionada é sua, na rede Solana; para desistir, clique em “Cancel”.

Passo a passo da conexão no smartphone (iOS / Android)

  1. Primeiro, abra a página oficial da Phoenix no navegador do celular ou no navegador integrado do aplicativo de carteira (o link já aplica o código de indicação). Ao abri-la, você verá uma tela como a mostrada abaixo.

2. Tocar em “Connect new wallet”

— Figura 2
Entrada no Phoenix pelo celular
2026-08-08
Entrada no Phoenix pelo celular
No painel inferior, "Connect new wallet" fica como primeira opção de entrada, abaixo do indicador marcado em "Sign In". Fonte: Editorial da chainhelm

No painel de entrada que sobe pela parte de baixo da tela, toque em “Connect new wallet” para iniciar o cadastro com a sua carteira. O indicador logo acima mostra as três etapas do processo — “Sign In”, “Create account” e “Access Phoenix” — e a primeira delas é a que está em andamento.

3. Tocar na carteira desejada

— Figura 3
Escolha da carteira no celular
2026-08-08
Escolha da carteira no celular
O painel "Select your wallet" mostra "Phantom" e "Solflare" um abaixo do outro, prontos para conectar à conta Phoenix. Fonte: Editorial da chainhelm

No painel “Select your wallet”, toque em “Phantom” ou “Solflare”, conforme o aplicativo de carteira que você já usa no celular. Depois do toque, a tela passa a aguardar a resposta da carteira.

4. Esperar o app da carteira abrir

— Figura 4
Aguardando a carteira
2026-08-08
Aguardando a carteira
O painel inferior exibe "Waiting for Phantom" com o ícone em carregamento e a recomendação de conectar uma carteira por vez. Fonte: Editorial da chainhelm

Enquanto “Waiting for Phantom” estiver no painel, aguarde sem sair da tela: o pedido segue para o aplicativo da carteira, que abre logo depois. O painel também pede para manter apenas uma carteira conectada por vez.

5. Autorizar a conexão no app

— Figura 5
Pedido de conexão da carteira
2026-08-08
Pedido de conexão da carteira
Na tela "Connect", a carteira mostra phoenix.trade como origem do pedido e deixa "Cancel" e "Connect" à escolha. Fonte: Editorial da chainhelm

No aplicativo da carteira, confira que o pedido de conexão vem de phoenix.trade e toque em “Connect” para autorizar o vínculo. O aviso do pedido informa que a aprovação permite consultar o saldo e a atividade da conta selecionada; para interromper, toque em “Cancel”.

6. Aprovar a assinatura pelo app

— Figura 6
Aguardando a assinatura
2026-08-08
Aguardando a assinatura
O painel exibe "Sign message to continue" com o indicador em "Create account" e o pedido de aprovação pela carteira. Fonte: Editorial da chainhelm

Ao ver “Sign message to continue” no painel, abra o aplicativo da carteira e aprove o pedido de assinatura para finalizar a entrada. No indicador acima, a etapa “Create account” já aparece em destaque, confirmando que a carteira foi conectada.

7. Confirmar a assinatura no celular

— Figura 7
Confirmação da assinatura
2026-08-08
Confirmação da assinatura
Na tela "Sign Message", a carteira mostra o pedido de phoenix.trade e os botões "Cancel" e "Confirm". Fonte: Editorial da chainhelm

No aplicativo da carteira, revise a tela “Sign Message” e toque em “Confirm” para concluir a entrada na sua conta Phoenix. O pedido apenas comprova a posse da conta selecionada, e “Cancel” fica ao lado caso você prefira não assinar.

O que fazer após se conectar à Phoenix

Explicamos o depósito separadamente para PC/navegador e para smartphone (celular).

A Phoenix aceita um único ativo como garantia: USDC. O que você deposita é embrulhado 1:1 pela Ember no mint próprio da casa, o Phoenix USD, antes de chegar à exchange — por isso o saldo aparece com esse nome.

Para quem está no Brasil, a consequência prática vem antes de qualquer tela: não há rampa fiat nem depósito em reais documentado. Você precisa chegar já com USDC na mão, resolvendo a conversão em outro lugar.

O depósito pode partir da Solana, do Ethereum, da Base, da Arbitrum ou da HyperEVM. Fora da Solana, a rota é cross-chain e passa pela Relay, um terceiro que executa a troca e a ponte. A cotação que aparece na tela é da Relay e varia com o gas da rede de origem no momento do pedido, então o valor que chega pode diferir do valor cotado — vale reler o número antes de confirmar, sobretudo quando a tela oferecer “Deposit from Anywhere”.

Nenhum depósito mínimo consta na documentação. Registre isso como o que é: uma ausência de informação, não uma garantia de que qualquer valor serve.

Depósito no PC/navegador

Com a carteira conectada, clique em “Deposit” no topo da tela para abrir a janela “Deposit USDC”. Em “Deposit from”, a origem já vem definida como “Connected wallet”, isto é, a carteira que você acabou de vincular.

— Figura 1
Janela de depósito de USDC
2026-08-08
Janela de depósito de USDC
A janela "Deposit USDC" traz a carteira conectada como origem, o campo "Amount" com o botão "MAX" e "Submit Deposit" logo abaixo. Fonte: Editorial da chainhelm

Em “Amount”, digite o valor em “USDC” que quer depositar, ou clique em “MAX” para usar todo o saldo, e confira o total indicado em “Available funds” antes de clicar em “Submit Deposit”.

Se os seus fundos estiverem em outra rede, use “Deposit from Anywhere”, a rota indicada para enviar stablecoins da Solana ou de outra chain a um endereço de depósito.

Depósito no smartphone (iOS / Android)

Com a carteira conectada, toque em “Deposit” para abrir o painel “Deposit USDC”, que já traz “Connected wallet” como origem em “Deposit from”.

— Figura 1
Depósito de USDC no celular
2026-08-08
Depósito de USDC no celular
O painel "Deposit USDC" mostra a carteira conectada como origem, o campo "Amount" com "MAX" e o botão "Submit Deposit". Fonte: Editorial da chainhelm

Em “Amount”, informe o valor em “USDC” pelo teclado, ou toque em “MAX” para usar todo o saldo, e confira “Available funds” antes de tocar em “Submit Deposit”.

Para trazer fundos de outra rede, toque em “Deposit from Anywhere”, a rota indicada para enviar stablecoins da Solana ou de outra chain a um endereço de depósito.

Assim que o depósito for creditado, o saldo passa a constar na sua conta Phoenix e você já pode começar a operar.

O código de indicação da Phoenix não pode ser adicionado após o cadastro

O código de indicação só pode ser aplicado uma única vez: na primeira conexão da carteira.

Se você concluir a conexão sem aplicar o código, não existe forma de vincular a indicação a essa mesma carteira depois — para aplicá-lo, seria preciso refazer a conexão com uma nova carteira.

Vale dizer com todas as letras por que a conferência posterior não resolve nada aqui. Na passagem que fizemos pelo fluxo, em 2026-08-08, não apareceu campo para digitar o código de indicação e não havia, do lado de quem é indicado, nenhuma superfície onde checar o resultado depois. Os dois fatos juntos explicam por que a ordem importa: abra o link antes de conectar qualquer carteira, porque não sobra etapa de correção depois.

◆ ◇ ◆

O Phoenix por dentro: livro de ofertas totalmente on-chain na Solana, operado do Panamá

Quem opera o Phoenix e quem construiu o protocolo

Duas empresas aparecem quando se procura quem está por trás da Phoenix, e elas fazem coisas diferentes. A Solstice Technologies S. de R.L., constituída sob as leis da República do Panamá, é a operadora nomeada nos termos de uso: dela são o site phoenix.trade e os serviços ao redor dele. A Ellipsis Labs é a desenvolvedora do protocolo: escreveu e mantém o programa que roda na Solana. Em que jurisdição a Ellipsis Labs está constituída, não se sabe — o dado não é divulgado no site oficial e não localizamos fonte primária que o estabeleça. Fica registrado como lacuna, não preenchido por dedução.

2023
Estreia do Phoenix v1 na Solana: um livro de ofertas à vista totalmente on-chain, com liquidação atômica.
2025-12-11
Anúncio do Phoenix Perpetuals, aberto como beta privado com lista de espera e liberação gradual de acesso.
2026
Ano de expansão de produto: perpétuos de commodities e de ações, e negociação pelo navegador do celular.

A distinção entre as duas primeiras linhas pesa mais do que parece. O nome Phoenix circula desde 2023, mas o produto de que trata este artigo — a plataforma de perpétuos — está no ar desde 2025-12-11. São oito meses de operação até a data da nossa pesquisa, e é essa janela curta que dá o contexto para ler o histórico de incidentes mais adiante.

Como as ordens são casadas e liquidadas

A Phoenix não tem blockchain própria. Os programas de aplicação estão implantados diretamente na Solana — não é appchain, não é rollup, não é uma L2 da casa —, e ordens, execuções e cancelamentos ficam registrados na blockchain da Solana como qualquer outra transação da rede.

O modelo de casamento é um livro de ofertas central totalmente on-chain, com prioridade por preço e por ordem de chegada, liquidado de forma crankless: casamento e liquidação acontecem dentro de uma única transação, sem um processo externo que venha depois para acertar as contas.

Se você nunca operou em uma DEX de perpétuos, guarde a comparação assim: a maior parte das plataformas casa as ordens fora da blockchain e só registra o resultado on-chain de tempos em tempos. Aqui as duas coisas acontecem no mesmo lugar e ao mesmo tempo.

O que dá para negociar e com qual alavancagem

62Mercados ativos2026-08-06
35Perpétuos de criptomaior bloco do catálogo
23Perpétuos de açõesmajoritariamente listadas nos EUA
4Perpétuos de commoditiesGOLD, SILVER, COPPER, WTIOIL
40xAlavancagem máximadefinida por mercado

Vale reparar em dois detalhes da tabela acima. A alavancagem de 40x é um teto, não um padrão: cada mercado tem o seu número, e o valor máximo não se aplica a tudo. E entre as ações há um nome pré-IPO e uma listagem fora dos Estados Unidos, o que muda o horário em que esses contratos têm referência de preço lá fora.

Do lado da conta, o desenho é simples de explicar e importante de entender antes da primeira ordem. O USDC é o único colateral aceito. A subconta de índice 0 é a conta cross: um único pool de garantia compartilhado por até 128 posições ao mesmo tempo. Qualquer índice acima de 0 é uma conta isolada, com uma posição só, cujas perdas não atingem automaticamente a conta cross depois que o colateral já foi alocado. Seis mercados só operam em modo isolado.

Escolher entre cross e isolado é, na prática, a primeira decisão de risco que você toma nesta plataforma — e ela é de estrutura de conta, não de estratégia.

Quanto custa negociar no Phoenix

A tabela de taxas é única e plana: 0,5 bps para quem coloca liquidez no livro e 3,5 bps para quem a retira, idêntica nos 62 mercados ativos. Não há faixas por volume, não há faixas por staking. A própria documentação traduz isso em dinheiro.

Uma transação de US$ 10.000 paga US$ 3,50 de taxa de taker ou US$ 0,50 de taxa de makerDocumentação oficial da Phoenix

É aqui que o desconto do código de indicação ganha contexto. Como não existe escada de volume para descer nem token para acumular, não há como sair da taxa de tabela: a única redução documentada é a que o código aplica, um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez.

O funding é a outra linha do custo: ele se acumula em fotografias horárias e se liquida ao longo de 24 horas, no mesmo ritmo em todos os 62 mercados. Quando o preço de referência da plataforma fica acima do índice, os comprados pagam os vendidos; abaixo, o fluxo se inverte. A taxa é limitada por mercado, com teto por intervalo entre 0,172% e 0,433% na leitura de 2026-08-06.

Sobre o custo de rede, o registro honesto é este: a Ellipsis Labs afirma que o trader de varejo negocia sem pagar gas, e, como casamento e liquidação cabem em uma transação, não existe custo separado de liquidação nem de crank. As taxas base da Solana continuam existindo por baixo de tudo. Isso é a afirmação do desenvolvedor somada à estrutura da rede, não uma medição nossa.

Não existe token do protocolo em 2026-08-06 e, portanto, não existe rota de desconto por posse ou staking de token — uma via que muita gente procura por hábito e que aqui simplesmente não se aplica.

Há, por fim, um custo que a tabela não mostra: o sistema de builder codes permite que qualquer aplicativo registre uma autoridade e cobre bps próprios, que se somam à taxa base e incidem apenas sobre o fluxo que retira liquidez. A documentação não publica teto, e voltamos a esse ponto entre os riscos, mais adiante.

O tamanho do Phoenix no mercado de perpétuos: 33º em volume, 17º em receita de taxas

Quanto o Phoenix movimenta e onde isso o coloca na tabela

US$ 44.470.000Volume em 24 horasDefiLlama, 2026-08-06
33ºPosição na tabela de perpétuosentre cerca de 198 protocolos
0,25%Fatia do volume total do mercado2026-08-06
US$ 18.560.000Open interestposições em aberto
US$ 10.863Receita de taxas em 24 horasDefiLlama, 2026-08-06
17ºPosição em receita de taxasentre 114 protocolos de derivativos

Sobre o open interest, cabe uma precisão que raramente se faz: ele é a métrica de escala que faz sentido para uma casa de perpétuos, porque mede quanto dinheiro está efetivamente posicionado, e não quanto girou. O número existe e está publicado. O ranking, não — a tabela do DefiLlama é ordenada por volume, e a ordenação por open interest fica atrás da camada paga da API. Não há, portanto, colocação verificável a citar.

O contraste entre as duas posições é o dado mais curioso da lista. Ele é um fato, não uma tese: o que ele significa não dá para afirmar.

O que vale levar daqui é mais simples do que qualquer ranking. São números pequenos em termos absolutos. A pergunta que interessa antes de abrir uma posição é se haverá liquidez do outro lado quando você quiser sair — não em que linha da tabela o nome aparece.

Por que esses números pedem ressalva

Ressalva de mediçãoAs leituras acima estão dentro de uma janela de incentivo em vigor entre 2026-07-27 e 2026-08-23, que distribui USDC diariamente e premia volume, posições em aberto e volume de indicados. A atividade está inflada em grau desconhecido, e nada disso deve ser projetado para depois de 2026-08-23.

Um segundo número circula por aí e não deve ser usado. O TVL de US$ 908.384 que o agregador publica está no nome “Phoenix” como um todo e reflete a liquidez do livro à vista, o produto antigo. Não existe série de TVL para o produto de perpétuos. Esse valor não é colateral de perpétuos e não mede o tamanho da casa.

Há ainda uma ausência que explica muita coisa. A Phoenix não aparece entre as 135 exchanges de derivativos que a CoinGecko lista, nem em listagem equivalente da CoinMarketCap, na consulta de 2026-08-06. A consequência prática é que a plataforma não entra nas tabelas comparativas que aparecem por padrão quando alguém pesquisa o assunto — o que provavelmente explica por que você chegou até aqui sem referência prévia sobre ela.

O que o Phoenix faz de diferente no plano técnico

Livro on-chain sem cranker
Casamento e liquidação em uma única transação na Solana, em vez do padrão do mercado — motor de casamento fora da blockchain e liquidação periódica — ou de plataformas precificadas por oráculo, que sequer têm livro.
Spline liquidity
O formador de mercado publica um preço médio e regiões de compra e venda com densidade por tick, que o motor materializa em níveis visíveis. Cotar uma curva inteira passa a exigir muito menos transações do que postar ordens nível a nível.
Tabela plana
A taxa da tabela é a única que existe: sem escada de volume, sem staking, sem exigência de posse de token.
Perpétuos de ativos do mundo real
Ações e commodities negociam além do horário do mercado de referência. Quando a fonte externa fecha, a casa passa a precificar por um mecanismo interno baseado no próprio livro, o Impact Pricing.
Builder codes abertos a qualquer um
Qualquer aplicativo, terminal, robô ou agente registra uma autoridade e monetiza o próprio fluxo, sem acordo comercial com o protocolo.

Dois desses pontos reaparecem adiante com outro sinal. O mecanismo interno de preço é o que permite negociar 24 horas por dia, e é também de onde nasce um dos riscos descritos mais à frente; os builder codes voltam no mesmo trecho, pelo custo que podem somar.

Os países que os termos de uso do Phoenix deixam de fora — e a cláusula que amplia essa lista

Quais jurisdições os termos de uso deixam de fora

Estados UnidosForaExclusão por jurisdição nomeada
CanadáForaExclusão por jurisdição nomeada
Reino UnidoForaExclusão por jurisdição nomeada
Cuba, Irã, Coreia do Norte, Síria, Rússia, BelarusForaExclusão por sanções
UcrâniaFora em parteCrimeia e as áreas fora do controle do governo em Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia

São dois níveis distintos, e a diferença entre eles não é decorativa: um nomeia países por decisão da própria operadora, o outro segue regimes de sanções. A Ucrânia é o único caso de exclusão parcial — por regiões, não do país inteiro. Os termos foram atualizados pela última vez em 2026-07-27, e a leitura que fizemos é uma fotografia de 2026-08-06.

O que muda a leitura de tudo isso é a cláusula residual. Os termos excluem também qualquer jurisdição onde oferecer, prover ou usar perpétuos, derivativos ou negociação alavancada seja proibido ou restrito. Ou seja: a lista enumerada é um piso, não um conjunto completo. Um país pode não estar escrito ali e ainda assim ser alcançado.

Há uma divergência interna que registramos sem transformar em contradição. A documentação traz a versão curta — que a Phoenix não está disponível nos Estados Unidos nem em jurisdições sancionadas —, enquanto os termos nomeiam três países. Os termos são o documento operativo e o mais recente; a frase da documentação não deve ser lida como declaração de disponibilidade atual.

Como a exclusão é sustentada na prática

O mecanismo declarado é contratual e de camada de acesso, não de verificação. A cada acesso e a cada uso, o usuário declara que não é uma Restricted Person, e precisa ter no mínimo 18 anos. É uma afirmação que a pessoa faz, não um documento que alguém confere.

A isso se soma o convite. Na leitura de 2026-08-06, o acesso continuava limitado por convite na camada da aplicação, com endpoints de validação expostos na API. Conectar a carteira, por si só, não abre a plataforma.

O que não existe também importa: não há triagem de carteira nem mecanismo de atestação on-chain descritos na documentação oficial. A exclusão depende, portanto, da declaração do usuário e da porta de convite — e é só isso que a documentação descreve.

Onde termina o site do operador e começa o programa na Solana

Camada do operador

Site e serviços em phoenix.trade

Operados pela Solstice Technologies S. de R.L. É o contrato dessa operadora que carrega o regime de regiões restritas e a porta de convite.
Camada do programa

Casamento e liquidação na Solana

Rodam como programa da rede. O programa é atualizável por uma única autoridade e opera sob um conjunto de sete papéis: root, risco, mercado, oráculo, ADL, cancelamento e backstop.

A leitura fácil dessa arquitetura seria dizer que só o site é restrito e que o resto é livre. Ela não se sustenta. A camada de programa também é permissionada, e por isso não é independente da operadora do jeito que a frase sugere.

O que está em jogo nessa divisão é onde fica o controle.

O que ainda não aconteceu do lado regulatório — e por quanto tempo

Até 2026-08-06 não localizamos nenhuma ação regulatória, advertência, processo ou licença envolvendo Phoenix, Phoenix Perpetuals, Solstice Technologies ou Ellipsis Labs, em nenhuma jurisdição.

A janela que essa constatação cobre é curta: a plataforma de perpétuos existe desde 2025-12-11. Ausência de eventos em oito meses não é o mesmo que um longo histórico limpo.

A postura da casa é preventiva, não reativa. Entidade no Panamá, nenhuma licença em lugar nenhum, e exclusão justamente das três jurisdições onde os perpétuos de varejo enfrentam a proibição mais direta.

A exposição que existe vem do produto, não de eventos. A plataforma lista perpétuos que referenciam ações listadas, e esses são produtos derivativos regulados na maior parte dos mercados. O catálogo de ações passou de três nomes em meados de junho para 23 no início de agosto de 2026. A própria documentação afirma que esses contratos não conferem propriedade das ações.

O Phoenix visto do Brasil: fora da lista de restrição e sem autorização brasileira

Brasil: o que a lista de restrição diz, o que a lei cobra de quem oferta e o que sobra para o usuário

Do lado da plataforma, a resposta é direta: o Brasil não aparece na enumeração de Restricted Person dos termos de uso. A palavra “Brazil” não aparece uma única vez no documento inteiro, e o site constava como disponível na pesquisa de 2026-08-06.

E aqui vai o limite honesto dessa leitura: a verificação de geolocalização não foi feita a partir de um endereço brasileiro. O serviço de geolocalização da Phoenix identifica o país pelo IP de quem acessa, e o nosso teste saiu de um IP no Japão. A conclusão acima vem do texto dos termos, não de um acesso feito do Brasil.

Pergunta em abertoA cláusula 2.2(e) dos termos abrange qualquer jurisdição onde oferecer perpétuos seja proibido ou restrito, ou onde a oferta exigiria licença, registro ou autorização. O Brasil classifica derivativos como valores mobiliários independentemente do ativo subjacente (Lei 6.385/76, art. 2, VIII) e exige autorização prévia da CVM para mediação ou corretagem (art. 16). Se essa cláusula alcança o residente brasileiro, nem a Phoenix nem nenhuma autoridade brasileira disse publicamente.

Nenhum outro texto em português trata dessa questão. O que se pode afirmar é o desenho da lei, não o desfecho da pergunta.

E o desenho da lei brasileira é claro sobre onde coloca o dever: no ofertante e no intermediário, não no investidor pessoa física que opera por conta própria. A Lei 6.385/76 põe a negociação e a intermediação no mercado de derivativos sob a disciplina e a fiscalização nela previstas (art. 1, III), classifica o derivativo como valor mobiliário (art. 2, VIII) e exige autorização prévia para mediação e corretagem (art. 16). Nenhum desses dispositivos impõe proibição ou penalidade ao indivíduo que negocia por conta própria. O que se pode dizer, portanto, é que nenhuma proibição dirigida ao investidor foi identificada nos instrumentos analisados — e não que o uso “é permitido”, porque nenhuma autoridade publicou declaração afirmativa nesse sentido.

O critério que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) usa para dizer que uma plataforma estrangeira está ofertando no Brasil está no Parecer de Orientação 40, complementado pelo 33/05, e vale conhecê-lo: mídia dirigida ao público residente no Brasil; texto voltado a atrair investidor brasileiro, “ainda que em idioma estrangeiro”; medidas efetivas para impedir o acesso, com o geoblocking citado expressamente como exemplo de ferramenta disponível; e o uso do português na oferta e no atendimento, que a CVM diz poder ser suficiente por si só para caracterizar oferta pública ou intermediação de valores mobiliários estrangeiros, “inclusive derivativos”.

Diante desse critério, há um fato observável e fácil de conferir: a Phoenix não tem versão em português. O código do site declara o inglês como idioma da página, e o catálogo de mensagens da interface é só em inglês. Isso é uma observação de estado, não uma avaliação jurídica de conformidade.

Do lado da autorização, nenhuma foi identificada — nem para a Phoenix, nem para a Ellipsis Labs, nem para a Solstice Technologies. A Resolução BCB 520/2025, em vigor desde 2026-02-02, define operar no Brasil como estar constituída no país e ter sede e administração em território nacional; a Solstice é panamenha e não atende a nenhum dos dois requisitos. O art. 23 da mesma resolução dá 270 dias, até 2026-10-30, para transferir operações e clientes a uma instituição autorizada — mas ele alcança a entidade constituída no exterior que já exercia atividades do mercado de ativos virtuais no país quando a resolução entrou em vigor e que pretende continuar operando de forma regular. Se a Phoenix entra no alcance desse regime é questão em aberto: a Lei 14.478/2022 define o prestador de serviços de ativos virtuais como quem atua “em nome de terceiros”, condição que um protocolo não custodial tem argumento para não cumprir, e há ainda a leitura de que perpétuos, por serem derivativos, caem sob a competência da CVM e não sob a do Banco Central. Nenhum dos dois reguladores publicou posição sobre DEX de perpétuos. Isso é o estado esperado de um protocolo não custodial estrangeiro, não uma irregularidade apurada.

Também não há ação brasileira publicamente registrada. A lista de ofertas e atuações irregulares da CVM não traz Phoenix, Ellipsis nem Solstice, e o Ato Declaratório 24.167, de 2025-11-08, que suspendeu 24 plataformas digitais, não inclui nenhuma exchange descentralizada nem protocolo de perpétuos. Não haver ação pública registrada não é o mesmo que não haver escrutínio: o Banco Central não publica lista equivalente.

O dever que efetivamente recai sobre o residente brasileiro é outro, e é o que mais importa na prática. A IN RFB 2.291/2025, a DeCripto, nomeia expressamente, no art. 5, II, alínea (b), as operações efetuadas “por meio de plataforma descentralizada” e coloca a pessoa residente no Brasil como obrigada a declarar. A obrigação é autoexecutável: não depende de a plataforma reportar coisa alguma.

R$ 35.000Valor mensal que dispara a obrigaçãoindividual ou agregado, art. 5, §3
2026-07-01Início da obrigação mensal do usuárioIN RFB 2.291/2025, art. 19
NenhumDocumento fiscal emitido pela plataformasem relatório fiscal no site nem na API

Junte as três colunas acima e você tem o retrato do trabalho que sobra. Como a Phoenix não faz verificação de identidade e não emite documento fiscal, o cálculo, a base e o registro ficam inteiros com você. É neste ponto que a ausência de KYC deixa de ser uma característica técnica confortável e vira trabalho seu. A existência e o gatilho da obrigação são o que este artigo cobre; alíquota, forma de apuração e preenchimento são assunto de quem cuida da sua declaração.

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Os riscos próprios do Phoenix: perpétuos sem auditoria publicada, chave única de atualização e ADL

A auditoria que existe não cobre o programa de perpétuos

Cobertura de auditoriaA única auditoria localizada é da OtterSec e cobre o Phoenix Legacy, o programa à vista de 2023 — não o programa de perpétuos. Nenhuma data de auditoria consta no README. Do programa de perpétuos não encontramos auditoria alguma: o índice de 116 páginas da documentação não tem página de segurança ou auditoria, a organização pública no GitHub não tem diretório de auditoria de perpétuos e o agregador registra zero auditorias.

Há um agravante que costuma passar despercebido. O código-fonte do programa de perpétuos não é publicado — o que está aberto são repositórios de cliente e ferramentas ao redor dele. Na prática, isso significa que o código implantado não pode ser revisado de forma independente nem verificado por build reproduzível. O programa à vista antigo, por outro lado, é MIT e verificável — não publicar o de perpétuos foi uma decisão, não uma limitação.

O histórico de incidentes está vazio, e ele deve ser lido com a mesma cautela. Nenhuma exploração de vulnerabilidade, falha de oráculo, indisponibilidade ou depeg afetando a Phoenix foi encontrada até 2026-08-06. Mas a plataforma de perpétuos só existe desde 2025-12-11: a lista vazia reflete pouco tempo de operação, não um longo período sem acidentes.

Uma única chave pode atualizar o programa, sem timelock

O programa de perpétuos está implantado sob o BPF upgradeable loader e continua atualizável. A autoridade que pode atualizá-lo é o mesmo endereço da rootAuthority do protocolo.

Esse endereço é de propriedade do System Program e tem zero bytes de dados de conta. Em português corrente: é um endereço de assinatura simples, não uma conta de multisig on-chain. Se existe algum esquema de custódia de chave fora da blockchain por trás dele, isso não é divulgado.

Não há timelock, atraso de atualização nem processo de votação documentado, seja na documentação oficial, seja na configuração exposta pela própria exchange em 2026-08-06. Todos os slots de autoridade pendente estavam no endereço padrão do sistema, ou seja, nenhuma transferência de autoridade está na fila. É um fato neutro, não um motivo de tranquilidade.

O que isso significa para quem tem uma posição aberta: as regras do programa podem mudar sem aviso prévio programado, por decisão de um único signatário.

Como uma posição é liquidada — e quem absorve o que sobra

1. Cancelamento de ordens
As ordens limitadas em repouso que aumentam risco são canceladas primeiro.
2. Liquidação a mercado
A posição é liquidada contra a liquidez do livro. Pode ser parcial, mas precisa melhorar a saúde da conta ou fechar a posição, e há um teto de tamanho por mercado.
3. Transferência para o backstop
Quando a liquidez do livro não basta, a posição passa para contas de backstop.
4. ADL
Último recurso: a posição perdedora é casada contra o trader lucrativo de maior prioridade no lado oposto, fechando ou reduzindo os dois lados.
50%Margem de manutençãoda margem inicial
20%Requisito de backstopuniforme nos 62 mercados
10%Limiar de alto risco2026-08-06
75%Limiar de cancelamento de ordens2026-08-06

Nenhuma multa e nenhuma taxa de liquidação estão documentadas, o que é uma boa notícia isolada. A má notícia está no fim da cascata: quem é atingido pelo ADL pode realizar menos lucro do que esperava, mesmo tendo acertado a direção do mercado.

E não existe fundo de seguro documentado. Registramos isso como desconhecido, não como inexistente — não há menção na documentação nem na configuração da exchange, o que não prova ausência de capital de reserva. Mas a consequência prática é esta: sem fundo declarado, a perda residual é socializada entre as contrapartes lucrativas pelo ADL, em vez de ser absorvida por um fundo que alguém possa conferir.

Os provedores de oráculo não são nomeados, e 27 mercados dependem de um preço interno

Os provedores de oráculo não são identificados em nenhuma página. A documentação diz apenas que a plataforma usa “a number of independent data providers” para preços de ativos do mundo real. Isso limita o quanto esse risco pode ser descrito com precisão, e a limitação é do material, não da leitura.

O preço de referência é formado pela mediana de três componentes: um preço de oráculo ajustado, um preço de livro (mediana da melhor compra, da melhor venda e do último negócio na própria Phoenix) e um preço de exchange (mediana ponderada de perpétuos em plataformas externas de referência).

Aqui o detalhe pesa mais do que pesaria em outra casa: 27 dos 62 mercados são de ações ou commodities, e os mercados de referência desses ativos fecham. Quando a fonte externa está fechada, a precificação passa para o Impact Pricing, o mecanismo interno baseado no próprio livro da Phoenix. Ou seja, em boa parte das horas da semana, o preço de referência de 27 mercados nasce dentro de casa.

A documentação de risco da própria plataforma adverte que feeds de oráculo podem sofrer atrasos, lacunas ou falhas, e que a indisponibilidade de oráculo pode disparar liquidações inesperadas.

O saque é racionado, e a taxa real pode passar da tabela

Saques na Phoenix não são precificados, são racionados. O orçamento de saque é de no máximo 2.000.000 de Phoenix USDC, que se recompõe a 450 USDC por slot da rede. Em 2026-08-06, o status publicado pela exchange informava que os saques estavam disponíveis.

Não há taxa de depósito ou de saque em nível de protocolo. O saque nativo em Solana paga apenas a taxa de rede, e o depósito cross-chain paga o custo de troca e ponte cotado pela Relay.

O custo que vai além da tabela vem dos builder codes. Qualquer interface registrada pode somar bps próprios à taxa base, e essa cobrança incide apenas sobre o fluxo que retira liquidez — ordens a mercado e a parte agressora de uma ordem limitada que cruza o livro. Ordens em repouso não geram essa taxa.

Como a documentação não publica teto nem faixa permitida para essa cobrança, o custo total de uma negociação feita por uma interface de terceiros pode exceder os 3,5 bps em um valor que a própria interface escolhe. Dito de forma direta: a tabela base vale para o acesso direto por phoenix.trade.

O app é beta declarado, e a operadora pode fechar qualquer país a qualquer momento

Os termos reservam à operadora o direito irrestrito de bloquear qualquer jurisdição a qualquer momento, sem aviso. Para quem está no Brasil, isso quer dizer que o quadro descrito acima é uma fotografia de 2026-08-06, com meia-vida curta.

O aplicativo é declaradamente pré-lançamento. Os próprios termos o classificam como versão beta fornecida para teste e avaliação, sem garantia de disponibilidade nem de estabilidade.

Durante o beta há ainda teto de depósito na própria interface, além da porta de convite já descrita. São limites globais, não específicos do Brasil.

A soma de beta declarado, acesso por convite e discricionariedade contratual é a razão pela qual a sua decisão deveria considerar o tempo, e não apenas o desconto.

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O saldo da verificação: código ativo, acesso ainda por convite e perpétuos sem auditoria publicada

O código TFJA22W2 estava funcionando quando o testamos, em 2026-08-08 — e, naquela passagem, ele se prendeu sozinho, sem campo nenhum para digitar, quando uma carteira nova entrou pelo link. É esse o único momento em que o vínculo se forma: nunca depois. O que ele muda é o seu custo por operação: um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez.

Do lado do Brasil, a resposta cabe em uma frase com uma ressalva. O país não está na lista de restrição da plataforma, e a lei brasileira dirige a exigência de autorização a quem oferta e intermedeia, não ao investidor que opera por conta própria — mas a obrigação mensal de declaração recai sobre o residente, e não sobre a plataforma.

Três coisas pesam mais nessa decisão do que o desconto. O programa de perpétuos não tem auditoria publicada e o código implantado não pode ser verificado por ninguém de fora. O acesso ainda depende de convite e o aplicativo é beta declarado, com o que isso implica de instabilidade e de mudança sem aviso. E a escala da casa é pequena, com as leituras atuais tomadas dentro de uma janela de incentivo que termina em 2026-08-23.

Nada disso obriga a uma conclusão única. Entrar agora, esperar o fim da janela de incentivo para ver os números sem estímulo, ou simplesmente não entrar são três respostas legítimas ao que está escrito acima. A decisão é sua, e ela sai melhor com essas três coisas na mesa do que sem elas.