— Conteúdo 11 seções
- 01 O código de indicação da Phoenix “TFJA22W2” ainda está ativo?
- 02 O que você ganha com o código de indicação da Phoenix “TFJA22W2”
- 03 Passo a passo do cadastro na Phoenix com o código de indicação
- 04 O que fazer após se conectar à Phoenix
- 05 O código de indicação da Phoenix não pode ser adicionado após o cadastro
- 06 O Phoenix por dentro: livro de ofertas totalmente on-chain na Solana, operado do Panamá
- 07 O tamanho do Phoenix no mercado de perpétuos: 33º em volume, 17º em receita de taxas
- 08 Os países que os termos de uso do Phoenix deixam de fora — e a cláusula que amplia essa lista
- 09 O Phoenix visto do Brasil: fora da lista de restrição e sem autorização brasileira
- 10 Os riscos próprios do Phoenix: perpétuos sem auditoria publicada, chave única de atualização e ADL
- 11 O saldo da verificação: código ativo, acesso ainda por convite e perpétuos sem auditoria publicada
O código de indicação exclusivo da chainhelm para a Phoenix é .
Em 2026-08-08, conectamos na prática uma nova carteira e confirmamos que o código de indicação é aplicado.
Aplique o código ao conectar a carteira para receber um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez. Recomendamos deixar isso resolvido na hora.
Neste artigo, explicamos o passo a passo do cadastro (conexão da carteira) com o código de indicação da Phoenix, além das características da Phoenix, da disponibilidade no Brasil e dos riscos a considerar — com a conexão e a aplicação do código verificadas na prática pela equipe editorial da chainhelm.
O código de indicação da Phoenix “TFJA22W2” ainda está ativo?
A equipe editorial da chainhelm conectou-se à Phoenix com uma nova carteira em 2026-08-08 e confirmou que o código de indicação “TFJA22W2” ainda está ativo.
Esta é a tela real capturada durante a verificação.
A chainhelm verifica continuamente a validade do código e confirma que ele permanece utilizável.
O código e o link são o mesmo objeto visto de dois lados. TFJA22W2 é a sequência que identifica a indicação, e https://phoenix.trade/?code=TFJA22W2 é a forma operacional dela: o endereço que leva essa sequência para dentro do cadastro. Aqui está a diferença que mais confunde quem vem de corretora centralizada: no fluxo que percorremos em 2026-08-08, não apareceu nenhum campo para digitar o código de indicação. A atribuição é automática e acontece porque você entrou pelo link, não porque preencheu um formulário.
Isso tem uma consequência que incomoda. Na passagem que fizemos pelo fluxo, em 2026-08-08, o cadastro aberto pelo link terminou sem exibir confirmação nenhuma de que a indicação havia sido registrada: nenhum campo de código e nenhum indicativo de “indicado por” em qualquer uma das telas. Se você procurar esse aviso, não vai encontrá-lo. E a ausência dele não quer dizer que o código não pegou — o vínculo se forma no próprio cadastro e é permanente.
Antes de tudo isso existe ainda uma porta. Na leitura de 2026-08-06, o acesso à plataforma continuava limitado por convite, controlado na camada da aplicação e não no protocolo. Enquanto essa porta existir, o link de indicação funciona também como caminho de entrada — e vale separar as duas funções, porque elas coincidem no mesmo endereço sem serem a mesma coisa: uma abre a plataforma, a outra registra quem indicou.
O que você ganha com o código de indicação da Phoenix “TFJA22W2”
Aplique este código no momento da conexão para receber os seguintes benefícios na Phoenix:
- Benefício
- um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez
- Validade
- Sem validade
- Elegibilidade
- Novos usuários
Para receber os benefícios, é preciso aplicar o código no momento da conexão da carteira. Atenção para não esquecer essa etapa.
O ponto em que o desconto se prende é a conexão da carteira feita pelo link — e é por isso que a ordem em que você faz as coisas importa mais aqui do que costuma importar em outros lugares.
Passo a passo do cadastro na Phoenix com o código de indicação
Explicamos o processo de conexão separadamente para PC/navegador e para smartphone (celular).
Se você nunca usou uma exchange descentralizada, ajuste a expectativa antes de começar: não se cria conta com e-mail e senha, não se envia documento e não há verificação de identidade — você conecta uma carteira, e é isso.
Um detalhe prático que muda o roteiro: enquanto a plataforma estiver limitada por convite, como estava na leitura de 2026-08-06, o link de indicação é também o caminho de acesso. Não localizamos nenhum anúncio de abertura geral, então trate a porta como fechada até que ela deixe de estar.
Na hora de conectar, a tela oferece Phantom e Solflare. A conexão é intermediada pela Privy, que também aceita entrada por e-mail ou por outro provedor e cria uma carteira embarcada na hora — a rota que sobra para quem ainda não tem carteira Solana.
Passo a passo da conexão no PC/navegador
- Primeiro, abra a página oficial da Phoenix (o link já aplica o código de indicação). Ao abri-la, você verá uma tela como a mostrada abaixo.
2. Iniciar a entrada pela carteira
Na janela de entrada do Phoenix, clique em “Connect new wallet” para começar o cadastro pela sua carteira. Antes disso, confira no indicador acima das opções que você está na primeira das três etapas — “Sign In”, seguida de “Create account” e “Access Phoenix”.
3. Escolher a carteira a conectar
Na janela “Select your wallet”, clique na carteira que você usa, “Phantom” ou “Solflare”, para vinculá-la à sua conta Phoenix. Feita a escolha, o site passa a aguardar a resposta da carteira.
4. Aguardar a resposta da carteira
Com “Waiting for Phantom” no centro da janela, aguarde alguns instantes sem fechá-la: o pedido de conexão segue para a carteira e a janela de aprovação abre em seguida. O aviso logo abaixo recomenda manter apenas uma carteira conectada por vez.
5. Aprovar a conexão na carteira
Na janela da carteira, confira que o pedido de conexão vem de phoenix.trade e clique em “Connect” para autorizar o vínculo. O texto do pedido informa que a aprovação libera a leitura do saldo e da movimentação da conta selecionada; se algo não bater, clique em “Cancel”.
6. Passar para a assinatura
Quando o site exibir “Sign message to continue”, volte à carteira e aprove a solicitação de assinatura para concluir a entrada. O indicador de etapas já avançou para “Create account”, sinal de que a conexão da carteira foi aceita.
7. Assinar a mensagem para entrar
Na tela “Sign Message” da carteira, confira o pedido vindo de phoenix.trade e clique em “Confirm” para concluir a entrada. A assinatura serve apenas para comprovar que a conta selecionada é sua, na rede Solana; para desistir, clique em “Cancel”.
Passo a passo da conexão no smartphone (iOS / Android)
- Primeiro, abra a página oficial da Phoenix no navegador do celular ou no navegador integrado do aplicativo de carteira (o link já aplica o código de indicação). Ao abri-la, você verá uma tela como a mostrada abaixo.
2. Tocar em “Connect new wallet”
No painel de entrada que sobe pela parte de baixo da tela, toque em “Connect new wallet” para iniciar o cadastro com a sua carteira. O indicador logo acima mostra as três etapas do processo — “Sign In”, “Create account” e “Access Phoenix” — e a primeira delas é a que está em andamento.
3. Tocar na carteira desejada
No painel “Select your wallet”, toque em “Phantom” ou “Solflare”, conforme o aplicativo de carteira que você já usa no celular. Depois do toque, a tela passa a aguardar a resposta da carteira.
4. Esperar o app da carteira abrir
Enquanto “Waiting for Phantom” estiver no painel, aguarde sem sair da tela: o pedido segue para o aplicativo da carteira, que abre logo depois. O painel também pede para manter apenas uma carteira conectada por vez.
5. Autorizar a conexão no app
No aplicativo da carteira, confira que o pedido de conexão vem de phoenix.trade e toque em “Connect” para autorizar o vínculo. O aviso do pedido informa que a aprovação permite consultar o saldo e a atividade da conta selecionada; para interromper, toque em “Cancel”.
6. Aprovar a assinatura pelo app
Ao ver “Sign message to continue” no painel, abra o aplicativo da carteira e aprove o pedido de assinatura para finalizar a entrada. No indicador acima, a etapa “Create account” já aparece em destaque, confirmando que a carteira foi conectada.
7. Confirmar a assinatura no celular
No aplicativo da carteira, revise a tela “Sign Message” e toque em “Confirm” para concluir a entrada na sua conta Phoenix. O pedido apenas comprova a posse da conta selecionada, e “Cancel” fica ao lado caso você prefira não assinar.
O que fazer após se conectar à Phoenix
Explicamos o depósito separadamente para PC/navegador e para smartphone (celular).
A Phoenix aceita um único ativo como garantia: USDC. O que você deposita é embrulhado 1:1 pela Ember no mint próprio da casa, o Phoenix USD, antes de chegar à exchange — por isso o saldo aparece com esse nome.
Para quem está no Brasil, a consequência prática vem antes de qualquer tela: não há rampa fiat nem depósito em reais documentado. Você precisa chegar já com USDC na mão, resolvendo a conversão em outro lugar.
O depósito pode partir da Solana, do Ethereum, da Base, da Arbitrum ou da HyperEVM. Fora da Solana, a rota é cross-chain e passa pela Relay, um terceiro que executa a troca e a ponte. A cotação que aparece na tela é da Relay e varia com o gas da rede de origem no momento do pedido, então o valor que chega pode diferir do valor cotado — vale reler o número antes de confirmar, sobretudo quando a tela oferecer “Deposit from Anywhere”.
Nenhum depósito mínimo consta na documentação. Registre isso como o que é: uma ausência de informação, não uma garantia de que qualquer valor serve.
Depósito no PC/navegador
Com a carteira conectada, clique em “Deposit” no topo da tela para abrir a janela “Deposit USDC”. Em “Deposit from”, a origem já vem definida como “Connected wallet”, isto é, a carteira que você acabou de vincular.
Em “Amount”, digite o valor em “USDC” que quer depositar, ou clique em “MAX” para usar todo o saldo, e confira o total indicado em “Available funds” antes de clicar em “Submit Deposit”.
Se os seus fundos estiverem em outra rede, use “Deposit from Anywhere”, a rota indicada para enviar stablecoins da Solana ou de outra chain a um endereço de depósito.
Depósito no smartphone (iOS / Android)
Com a carteira conectada, toque em “Deposit” para abrir o painel “Deposit USDC”, que já traz “Connected wallet” como origem em “Deposit from”.
Em “Amount”, informe o valor em “USDC” pelo teclado, ou toque em “MAX” para usar todo o saldo, e confira “Available funds” antes de tocar em “Submit Deposit”.
Para trazer fundos de outra rede, toque em “Deposit from Anywhere”, a rota indicada para enviar stablecoins da Solana ou de outra chain a um endereço de depósito.
Assim que o depósito for creditado, o saldo passa a constar na sua conta Phoenix e você já pode começar a operar.
O código de indicação da Phoenix não pode ser adicionado após o cadastro
O código de indicação só pode ser aplicado uma única vez: na primeira conexão da carteira.
Se você concluir a conexão sem aplicar o código, não existe forma de vincular a indicação a essa mesma carteira depois — para aplicá-lo, seria preciso refazer a conexão com uma nova carteira.
Vale dizer com todas as letras por que a conferência posterior não resolve nada aqui. Na passagem que fizemos pelo fluxo, em 2026-08-08, não apareceu campo para digitar o código de indicação e não havia, do lado de quem é indicado, nenhuma superfície onde checar o resultado depois. Os dois fatos juntos explicam por que a ordem importa: abra o link antes de conectar qualquer carteira, porque não sobra etapa de correção depois.
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O Phoenix por dentro: livro de ofertas totalmente on-chain na Solana, operado do Panamá
Quem opera o Phoenix e quem construiu o protocolo
Duas empresas aparecem quando se procura quem está por trás da Phoenix, e elas fazem coisas diferentes. A Solstice Technologies S. de R.L., constituída sob as leis da República do Panamá, é a operadora nomeada nos termos de uso: dela são o site phoenix.trade e os serviços ao redor dele. A Ellipsis Labs é a desenvolvedora do protocolo: escreveu e mantém o programa que roda na Solana. Em que jurisdição a Ellipsis Labs está constituída, não se sabe — o dado não é divulgado no site oficial e não localizamos fonte primária que o estabeleça. Fica registrado como lacuna, não preenchido por dedução.
A distinção entre as duas primeiras linhas pesa mais do que parece. O nome Phoenix circula desde 2023, mas o produto de que trata este artigo — a plataforma de perpétuos — está no ar desde 2025-12-11. São oito meses de operação até a data da nossa pesquisa, e é essa janela curta que dá o contexto para ler o histórico de incidentes mais adiante.
Como as ordens são casadas e liquidadas
A Phoenix não tem blockchain própria. Os programas de aplicação estão implantados diretamente na Solana — não é appchain, não é rollup, não é uma L2 da casa —, e ordens, execuções e cancelamentos ficam registrados na blockchain da Solana como qualquer outra transação da rede.
O modelo de casamento é um livro de ofertas central totalmente on-chain, com prioridade por preço e por ordem de chegada, liquidado de forma crankless: casamento e liquidação acontecem dentro de uma única transação, sem um processo externo que venha depois para acertar as contas.
Se você nunca operou em uma DEX de perpétuos, guarde a comparação assim: a maior parte das plataformas casa as ordens fora da blockchain e só registra o resultado on-chain de tempos em tempos. Aqui as duas coisas acontecem no mesmo lugar e ao mesmo tempo.
O que dá para negociar e com qual alavancagem
Vale reparar em dois detalhes da tabela acima. A alavancagem de 40x é um teto, não um padrão: cada mercado tem o seu número, e o valor máximo não se aplica a tudo. E entre as ações há um nome pré-IPO e uma listagem fora dos Estados Unidos, o que muda o horário em que esses contratos têm referência de preço lá fora.
Do lado da conta, o desenho é simples de explicar e importante de entender antes da primeira ordem. O USDC é o único colateral aceito. A subconta de índice 0 é a conta cross: um único pool de garantia compartilhado por até 128 posições ao mesmo tempo. Qualquer índice acima de 0 é uma conta isolada, com uma posição só, cujas perdas não atingem automaticamente a conta cross depois que o colateral já foi alocado. Seis mercados só operam em modo isolado.
Escolher entre cross e isolado é, na prática, a primeira decisão de risco que você toma nesta plataforma — e ela é de estrutura de conta, não de estratégia.
Quanto custa negociar no Phoenix
A tabela de taxas é única e plana: 0,5 bps para quem coloca liquidez no livro e 3,5 bps para quem a retira, idêntica nos 62 mercados ativos. Não há faixas por volume, não há faixas por staking. A própria documentação traduz isso em dinheiro.
Uma transação de US$ 10.000 paga US$ 3,50 de taxa de taker ou US$ 0,50 de taxa de makerDocumentação oficial da Phoenix
É aqui que o desconto do código de indicação ganha contexto. Como não existe escada de volume para descer nem token para acumular, não há como sair da taxa de tabela: a única redução documentada é a que o código aplica, um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez.
O funding é a outra linha do custo: ele se acumula em fotografias horárias e se liquida ao longo de 24 horas, no mesmo ritmo em todos os 62 mercados. Quando o preço de referência da plataforma fica acima do índice, os comprados pagam os vendidos; abaixo, o fluxo se inverte. A taxa é limitada por mercado, com teto por intervalo entre 0,172% e 0,433% na leitura de 2026-08-06.
Sobre o custo de rede, o registro honesto é este: a Ellipsis Labs afirma que o trader de varejo negocia sem pagar gas, e, como casamento e liquidação cabem em uma transação, não existe custo separado de liquidação nem de crank. As taxas base da Solana continuam existindo por baixo de tudo. Isso é a afirmação do desenvolvedor somada à estrutura da rede, não uma medição nossa.
Não existe token do protocolo em 2026-08-06 e, portanto, não existe rota de desconto por posse ou staking de token — uma via que muita gente procura por hábito e que aqui simplesmente não se aplica.
Há, por fim, um custo que a tabela não mostra: o sistema de builder codes permite que qualquer aplicativo registre uma autoridade e cobre bps próprios, que se somam à taxa base e incidem apenas sobre o fluxo que retira liquidez. A documentação não publica teto, e voltamos a esse ponto entre os riscos, mais adiante.
O tamanho do Phoenix no mercado de perpétuos: 33º em volume, 17º em receita de taxas
Quanto o Phoenix movimenta e onde isso o coloca na tabela
Sobre o open interest, cabe uma precisão que raramente se faz: ele é a métrica de escala que faz sentido para uma casa de perpétuos, porque mede quanto dinheiro está efetivamente posicionado, e não quanto girou. O número existe e está publicado. O ranking, não — a tabela do DefiLlama é ordenada por volume, e a ordenação por open interest fica atrás da camada paga da API. Não há, portanto, colocação verificável a citar.
O contraste entre as duas posições é o dado mais curioso da lista. Ele é um fato, não uma tese: o que ele significa não dá para afirmar.
O que vale levar daqui é mais simples do que qualquer ranking. São números pequenos em termos absolutos. A pergunta que interessa antes de abrir uma posição é se haverá liquidez do outro lado quando você quiser sair — não em que linha da tabela o nome aparece.
Por que esses números pedem ressalva
Um segundo número circula por aí e não deve ser usado. O TVL de US$ 908.384 que o agregador publica está no nome “Phoenix” como um todo e reflete a liquidez do livro à vista, o produto antigo. Não existe série de TVL para o produto de perpétuos. Esse valor não é colateral de perpétuos e não mede o tamanho da casa.
Há ainda uma ausência que explica muita coisa. A Phoenix não aparece entre as 135 exchanges de derivativos que a CoinGecko lista, nem em listagem equivalente da CoinMarketCap, na consulta de 2026-08-06. A consequência prática é que a plataforma não entra nas tabelas comparativas que aparecem por padrão quando alguém pesquisa o assunto — o que provavelmente explica por que você chegou até aqui sem referência prévia sobre ela.
O que o Phoenix faz de diferente no plano técnico
- Livro on-chain sem cranker
- Casamento e liquidação em uma única transação na Solana, em vez do padrão do mercado — motor de casamento fora da blockchain e liquidação periódica — ou de plataformas precificadas por oráculo, que sequer têm livro.
- Spline liquidity
- O formador de mercado publica um preço médio e regiões de compra e venda com densidade por tick, que o motor materializa em níveis visíveis. Cotar uma curva inteira passa a exigir muito menos transações do que postar ordens nível a nível.
- Tabela plana
- A taxa da tabela é a única que existe: sem escada de volume, sem staking, sem exigência de posse de token.
- Perpétuos de ativos do mundo real
- Ações e commodities negociam além do horário do mercado de referência. Quando a fonte externa fecha, a casa passa a precificar por um mecanismo interno baseado no próprio livro, o Impact Pricing.
- Builder codes abertos a qualquer um
- Qualquer aplicativo, terminal, robô ou agente registra uma autoridade e monetiza o próprio fluxo, sem acordo comercial com o protocolo.
Dois desses pontos reaparecem adiante com outro sinal. O mecanismo interno de preço é o que permite negociar 24 horas por dia, e é também de onde nasce um dos riscos descritos mais à frente; os builder codes voltam no mesmo trecho, pelo custo que podem somar.
Os países que os termos de uso do Phoenix deixam de fora — e a cláusula que amplia essa lista
Quais jurisdições os termos de uso deixam de fora
São dois níveis distintos, e a diferença entre eles não é decorativa: um nomeia países por decisão da própria operadora, o outro segue regimes de sanções. A Ucrânia é o único caso de exclusão parcial — por regiões, não do país inteiro. Os termos foram atualizados pela última vez em 2026-07-27, e a leitura que fizemos é uma fotografia de 2026-08-06.
O que muda a leitura de tudo isso é a cláusula residual. Os termos excluem também qualquer jurisdição onde oferecer, prover ou usar perpétuos, derivativos ou negociação alavancada seja proibido ou restrito. Ou seja: a lista enumerada é um piso, não um conjunto completo. Um país pode não estar escrito ali e ainda assim ser alcançado.
Há uma divergência interna que registramos sem transformar em contradição. A documentação traz a versão curta — que a Phoenix não está disponível nos Estados Unidos nem em jurisdições sancionadas —, enquanto os termos nomeiam três países. Os termos são o documento operativo e o mais recente; a frase da documentação não deve ser lida como declaração de disponibilidade atual.
Como a exclusão é sustentada na prática
O mecanismo declarado é contratual e de camada de acesso, não de verificação. A cada acesso e a cada uso, o usuário declara que não é uma Restricted Person, e precisa ter no mínimo 18 anos. É uma afirmação que a pessoa faz, não um documento que alguém confere.
A isso se soma o convite. Na leitura de 2026-08-06, o acesso continuava limitado por convite na camada da aplicação, com endpoints de validação expostos na API. Conectar a carteira, por si só, não abre a plataforma.
O que não existe também importa: não há triagem de carteira nem mecanismo de atestação on-chain descritos na documentação oficial. A exclusão depende, portanto, da declaração do usuário e da porta de convite — e é só isso que a documentação descreve.
Onde termina o site do operador e começa o programa na Solana
Site e serviços em phoenix.trade
Casamento e liquidação na Solana
A leitura fácil dessa arquitetura seria dizer que só o site é restrito e que o resto é livre. Ela não se sustenta. A camada de programa também é permissionada, e por isso não é independente da operadora do jeito que a frase sugere.
O que está em jogo nessa divisão é onde fica o controle.
O que ainda não aconteceu do lado regulatório — e por quanto tempo
Até 2026-08-06 não localizamos nenhuma ação regulatória, advertência, processo ou licença envolvendo Phoenix, Phoenix Perpetuals, Solstice Technologies ou Ellipsis Labs, em nenhuma jurisdição.
A janela que essa constatação cobre é curta: a plataforma de perpétuos existe desde 2025-12-11. Ausência de eventos em oito meses não é o mesmo que um longo histórico limpo.
A postura da casa é preventiva, não reativa. Entidade no Panamá, nenhuma licença em lugar nenhum, e exclusão justamente das três jurisdições onde os perpétuos de varejo enfrentam a proibição mais direta.
A exposição que existe vem do produto, não de eventos. A plataforma lista perpétuos que referenciam ações listadas, e esses são produtos derivativos regulados na maior parte dos mercados. O catálogo de ações passou de três nomes em meados de junho para 23 no início de agosto de 2026. A própria documentação afirma que esses contratos não conferem propriedade das ações.
O Phoenix visto do Brasil: fora da lista de restrição e sem autorização brasileira
Brasil: o que a lista de restrição diz, o que a lei cobra de quem oferta e o que sobra para o usuário
Do lado da plataforma, a resposta é direta: o Brasil não aparece na enumeração de Restricted Person dos termos de uso. A palavra “Brazil” não aparece uma única vez no documento inteiro, e o site constava como disponível na pesquisa de 2026-08-06.
E aqui vai o limite honesto dessa leitura: a verificação de geolocalização não foi feita a partir de um endereço brasileiro. O serviço de geolocalização da Phoenix identifica o país pelo IP de quem acessa, e o nosso teste saiu de um IP no Japão. A conclusão acima vem do texto dos termos, não de um acesso feito do Brasil.
Nenhum outro texto em português trata dessa questão. O que se pode afirmar é o desenho da lei, não o desfecho da pergunta.
E o desenho da lei brasileira é claro sobre onde coloca o dever: no ofertante e no intermediário, não no investidor pessoa física que opera por conta própria. A Lei 6.385/76 põe a negociação e a intermediação no mercado de derivativos sob a disciplina e a fiscalização nela previstas (art. 1, III), classifica o derivativo como valor mobiliário (art. 2, VIII) e exige autorização prévia para mediação e corretagem (art. 16). Nenhum desses dispositivos impõe proibição ou penalidade ao indivíduo que negocia por conta própria. O que se pode dizer, portanto, é que nenhuma proibição dirigida ao investidor foi identificada nos instrumentos analisados — e não que o uso “é permitido”, porque nenhuma autoridade publicou declaração afirmativa nesse sentido.
O critério que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) usa para dizer que uma plataforma estrangeira está ofertando no Brasil está no Parecer de Orientação 40, complementado pelo 33/05, e vale conhecê-lo: mídia dirigida ao público residente no Brasil; texto voltado a atrair investidor brasileiro, “ainda que em idioma estrangeiro”; medidas efetivas para impedir o acesso, com o geoblocking citado expressamente como exemplo de ferramenta disponível; e o uso do português na oferta e no atendimento, que a CVM diz poder ser suficiente por si só para caracterizar oferta pública ou intermediação de valores mobiliários estrangeiros, “inclusive derivativos”.
Diante desse critério, há um fato observável e fácil de conferir: a Phoenix não tem versão em português. O código do site declara o inglês como idioma da página, e o catálogo de mensagens da interface é só em inglês. Isso é uma observação de estado, não uma avaliação jurídica de conformidade.
Do lado da autorização, nenhuma foi identificada — nem para a Phoenix, nem para a Ellipsis Labs, nem para a Solstice Technologies. A Resolução BCB 520/2025, em vigor desde 2026-02-02, define operar no Brasil como estar constituída no país e ter sede e administração em território nacional; a Solstice é panamenha e não atende a nenhum dos dois requisitos. O art. 23 da mesma resolução dá 270 dias, até 2026-10-30, para transferir operações e clientes a uma instituição autorizada — mas ele alcança a entidade constituída no exterior que já exercia atividades do mercado de ativos virtuais no país quando a resolução entrou em vigor e que pretende continuar operando de forma regular. Se a Phoenix entra no alcance desse regime é questão em aberto: a Lei 14.478/2022 define o prestador de serviços de ativos virtuais como quem atua “em nome de terceiros”, condição que um protocolo não custodial tem argumento para não cumprir, e há ainda a leitura de que perpétuos, por serem derivativos, caem sob a competência da CVM e não sob a do Banco Central. Nenhum dos dois reguladores publicou posição sobre DEX de perpétuos. Isso é o estado esperado de um protocolo não custodial estrangeiro, não uma irregularidade apurada.
Também não há ação brasileira publicamente registrada. A lista de ofertas e atuações irregulares da CVM não traz Phoenix, Ellipsis nem Solstice, e o Ato Declaratório 24.167, de 2025-11-08, que suspendeu 24 plataformas digitais, não inclui nenhuma exchange descentralizada nem protocolo de perpétuos. Não haver ação pública registrada não é o mesmo que não haver escrutínio: o Banco Central não publica lista equivalente.
O dever que efetivamente recai sobre o residente brasileiro é outro, e é o que mais importa na prática. A IN RFB 2.291/2025, a DeCripto, nomeia expressamente, no art. 5, II, alínea (b), as operações efetuadas “por meio de plataforma descentralizada” e coloca a pessoa residente no Brasil como obrigada a declarar. A obrigação é autoexecutável: não depende de a plataforma reportar coisa alguma.
Junte as três colunas acima e você tem o retrato do trabalho que sobra. Como a Phoenix não faz verificação de identidade e não emite documento fiscal, o cálculo, a base e o registro ficam inteiros com você. É neste ponto que a ausência de KYC deixa de ser uma característica técnica confortável e vira trabalho seu. A existência e o gatilho da obrigação são o que este artigo cobre; alíquota, forma de apuração e preenchimento são assunto de quem cuida da sua declaração.
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Os riscos próprios do Phoenix: perpétuos sem auditoria publicada, chave única de atualização e ADL
A auditoria que existe não cobre o programa de perpétuos
Há um agravante que costuma passar despercebido. O código-fonte do programa de perpétuos não é publicado — o que está aberto são repositórios de cliente e ferramentas ao redor dele. Na prática, isso significa que o código implantado não pode ser revisado de forma independente nem verificado por build reproduzível. O programa à vista antigo, por outro lado, é MIT e verificável — não publicar o de perpétuos foi uma decisão, não uma limitação.
O histórico de incidentes está vazio, e ele deve ser lido com a mesma cautela. Nenhuma exploração de vulnerabilidade, falha de oráculo, indisponibilidade ou depeg afetando a Phoenix foi encontrada até 2026-08-06. Mas a plataforma de perpétuos só existe desde 2025-12-11: a lista vazia reflete pouco tempo de operação, não um longo período sem acidentes.
Uma única chave pode atualizar o programa, sem timelock
O programa de perpétuos está implantado sob o BPF upgradeable loader e continua atualizável. A autoridade que pode atualizá-lo é o mesmo endereço da rootAuthority do protocolo.
Esse endereço é de propriedade do System Program e tem zero bytes de dados de conta. Em português corrente: é um endereço de assinatura simples, não uma conta de multisig on-chain. Se existe algum esquema de custódia de chave fora da blockchain por trás dele, isso não é divulgado.
Não há timelock, atraso de atualização nem processo de votação documentado, seja na documentação oficial, seja na configuração exposta pela própria exchange em 2026-08-06. Todos os slots de autoridade pendente estavam no endereço padrão do sistema, ou seja, nenhuma transferência de autoridade está na fila. É um fato neutro, não um motivo de tranquilidade.
O que isso significa para quem tem uma posição aberta: as regras do programa podem mudar sem aviso prévio programado, por decisão de um único signatário.
Como uma posição é liquidada — e quem absorve o que sobra
- 1. Cancelamento de ordens
- As ordens limitadas em repouso que aumentam risco são canceladas primeiro.
- 2. Liquidação a mercado
- A posição é liquidada contra a liquidez do livro. Pode ser parcial, mas precisa melhorar a saúde da conta ou fechar a posição, e há um teto de tamanho por mercado.
- 3. Transferência para o backstop
- Quando a liquidez do livro não basta, a posição passa para contas de backstop.
- 4. ADL
- Último recurso: a posição perdedora é casada contra o trader lucrativo de maior prioridade no lado oposto, fechando ou reduzindo os dois lados.
Nenhuma multa e nenhuma taxa de liquidação estão documentadas, o que é uma boa notícia isolada. A má notícia está no fim da cascata: quem é atingido pelo ADL pode realizar menos lucro do que esperava, mesmo tendo acertado a direção do mercado.
E não existe fundo de seguro documentado. Registramos isso como desconhecido, não como inexistente — não há menção na documentação nem na configuração da exchange, o que não prova ausência de capital de reserva. Mas a consequência prática é esta: sem fundo declarado, a perda residual é socializada entre as contrapartes lucrativas pelo ADL, em vez de ser absorvida por um fundo que alguém possa conferir.
Os provedores de oráculo não são nomeados, e 27 mercados dependem de um preço interno
Os provedores de oráculo não são identificados em nenhuma página. A documentação diz apenas que a plataforma usa “a number of independent data providers” para preços de ativos do mundo real. Isso limita o quanto esse risco pode ser descrito com precisão, e a limitação é do material, não da leitura.
O preço de referência é formado pela mediana de três componentes: um preço de oráculo ajustado, um preço de livro (mediana da melhor compra, da melhor venda e do último negócio na própria Phoenix) e um preço de exchange (mediana ponderada de perpétuos em plataformas externas de referência).
Aqui o detalhe pesa mais do que pesaria em outra casa: 27 dos 62 mercados são de ações ou commodities, e os mercados de referência desses ativos fecham. Quando a fonte externa está fechada, a precificação passa para o Impact Pricing, o mecanismo interno baseado no próprio livro da Phoenix. Ou seja, em boa parte das horas da semana, o preço de referência de 27 mercados nasce dentro de casa.
A documentação de risco da própria plataforma adverte que feeds de oráculo podem sofrer atrasos, lacunas ou falhas, e que a indisponibilidade de oráculo pode disparar liquidações inesperadas.
O saque é racionado, e a taxa real pode passar da tabela
Saques na Phoenix não são precificados, são racionados. O orçamento de saque é de no máximo 2.000.000 de Phoenix USDC, que se recompõe a 450 USDC por slot da rede. Em 2026-08-06, o status publicado pela exchange informava que os saques estavam disponíveis.
Não há taxa de depósito ou de saque em nível de protocolo. O saque nativo em Solana paga apenas a taxa de rede, e o depósito cross-chain paga o custo de troca e ponte cotado pela Relay.
O custo que vai além da tabela vem dos builder codes. Qualquer interface registrada pode somar bps próprios à taxa base, e essa cobrança incide apenas sobre o fluxo que retira liquidez — ordens a mercado e a parte agressora de uma ordem limitada que cruza o livro. Ordens em repouso não geram essa taxa.
Como a documentação não publica teto nem faixa permitida para essa cobrança, o custo total de uma negociação feita por uma interface de terceiros pode exceder os 3,5 bps em um valor que a própria interface escolhe. Dito de forma direta: a tabela base vale para o acesso direto por phoenix.trade.
O app é beta declarado, e a operadora pode fechar qualquer país a qualquer momento
Os termos reservam à operadora o direito irrestrito de bloquear qualquer jurisdição a qualquer momento, sem aviso. Para quem está no Brasil, isso quer dizer que o quadro descrito acima é uma fotografia de 2026-08-06, com meia-vida curta.
O aplicativo é declaradamente pré-lançamento. Os próprios termos o classificam como versão beta fornecida para teste e avaliação, sem garantia de disponibilidade nem de estabilidade.
Durante o beta há ainda teto de depósito na própria interface, além da porta de convite já descrita. São limites globais, não específicos do Brasil.
A soma de beta declarado, acesso por convite e discricionariedade contratual é a razão pela qual a sua decisão deveria considerar o tempo, e não apenas o desconto.
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O saldo da verificação: código ativo, acesso ainda por convite e perpétuos sem auditoria publicada
O código TFJA22W2 estava funcionando quando o testamos, em 2026-08-08 — e, naquela passagem, ele se prendeu sozinho, sem campo nenhum para digitar, quando uma carteira nova entrou pelo link. É esse o único momento em que o vínculo se forma: nunca depois. O que ele muda é o seu custo por operação: um desconto de 10% nas taxas de negociação, válido de forma contínua e não apenas uma vez.
Do lado do Brasil, a resposta cabe em uma frase com uma ressalva. O país não está na lista de restrição da plataforma, e a lei brasileira dirige a exigência de autorização a quem oferta e intermedeia, não ao investidor que opera por conta própria — mas a obrigação mensal de declaração recai sobre o residente, e não sobre a plataforma.
Três coisas pesam mais nessa decisão do que o desconto. O programa de perpétuos não tem auditoria publicada e o código implantado não pode ser verificado por ninguém de fora. O acesso ainda depende de convite e o aplicativo é beta declarado, com o que isso implica de instabilidade e de mudança sem aviso. E a escala da casa é pequena, com as leituras atuais tomadas dentro de uma janela de incentivo que termina em 2026-08-23.
Nada disso obriga a uma conclusão única. Entrar agora, esperar o fim da janela de incentivo para ver os números sem estímulo, ou simplesmente não entrar são três respostas legítimas ao que está escrito acima. A decisão é sua, e ela sai melhor com essas três coisas na mesa do que sem elas.